Direito da Saúde · Atuação nacional

Advocacia especializada em Direito da Saúde e acesso ao tratamento.

Atuação técnica em negativas de cobertura, medicamentos, terapias, home care e reembolso — com foco em urgência e viabilidade jurídica.

Atuação em todo o Brasil Urgência: pedido liminar quando cabível Sigilo de dados sensíveis (LGPD)
Situações que analisamos

Reconhece o seu caso?

Se um tratamento prescrito foi negado, interrompido ou reduzido, há caminhos jurídicos possíveis — inclusive com pedido de urgência.

Plano negou medicamento

Terapia (TEA) limitada

Home care reduzido

Cirurgia bloqueada

Hospital fora da rede

SUS não forneceu o tratamento

Frentes de atuação

Onde o direito à saúde costuma ser efetivado

Cada frente tem uma análise técnica própria de viabilidade, com base na jurisprudência e na regulação. Toque para entender.

“Tratamento prescrito, plano negou.” O Rol da ANS é referência de cobertura, mas não pode ser tratado como barreira absoluta: em hipóteses excepcionais e cumulativas, admite-se cobertura fora do rol. A recusa também é analisada à luz do CDC.

Lei 9.656/1998, Lei 14.454/2022 e ADI 7.265 (STF); Súmulas 302 e 608 do STJ.

Com registro na Anvisa, prescrição médica e negativa formal, a recusa do plano pode ser questionada — inclusive quando a prescrição é off-label. No SUS, os critérios de prova são mais rigorosos e a análise segmenta medicamento incorporado x registrado, mas não padronizado.

STJ (registro na Anvisa e off-label no plano); STF Temas 6 e 1.234; STJ Tema 106.

Desde 2022, a ANS afastou limites de cobertura para psicologia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e fisioterapia. A limitação de sessões e a recusa de terapia multidisciplinar para pessoas com TEA têm sido consideradas abusivas.

Normas da ANS (2022) e jurisprudência do STJ sobre TEA e terapias.

Quando a operadora não garante atendimento adequado no município ou não disponibiliza rede apta em urgência/emergência, pode haver direito a reembolso — inclusive integral em determinadas hipóteses.

STJ (reembolso e prazo) e RN 259/2011 da ANS.

O plano deve custear insumos indispensáveis ao home care, e a assistência não pode ser reduzida unilateralmente sem indicação médica. Para próteses e OPME, a cobertura se vincula ao ato cirúrgico previsto no Rol.

STJ (home care e insumos); pareceres da ANS sobre OPME.

Há responsabilidade solidária dos entes federativos. Para medicamento incorporado e não fornecido, a previsibilidade é maior; para o registrado na Anvisa, mas não incorporado, o padrão de prova é elevado (laudo, imprescindibilidade, evidência científica e consulta ao NatJus).

STF Tema 793, Tema 6 e Tema 1.234; STJ Tema 106.

Casos complexos — como medicamentos experimentais ou uso off-label no SUS — são avaliados individualmente, caso a caso, conforme os requisitos técnicos e a evidência disponível.

Como funciona a análise

Um processo rápido, humano e técnico

Primeiro entendemos o seu caso. Você não envia documentos nesta etapa — se houver viabilidade, orientamos quais documentos serão necessários.

1

Informações iniciais

Você preenche um formulário curto: problema, quem negou, urgência e se há prescrição/negativa. Sem anexos.

2

Contato humano

A equipe entra em contato para entender o contexto clínico e administrativo, com prioridade para casos urgentes.

3

Orientação de documentos

Havendo viabilidade, orientamos exatamente quais documentos reunir (prescrição, relatório, negativa, protocolos).

4

Estratégia jurídica

Definimos a rota adequada — inclusive pedido de urgência quando cabível — e os próximos passos.

Dr. Michael Graça em sessão de julgamento
Dr. Michael Graça · OAB/MT 18.970
Sobre o escritório

Michael Graça Advogados

Atuação técnica em negativas de cobertura, judicialização da saúde e tutela de urgência, com base em Cuiabá/MT e atuação em todo o Brasil.

Fundado por Dr. Michael Graça (OAB/MT 18.970), com equipe multidisciplinar e compromisso com atendimento individualizado e informação clara ao cliente.

  • Atendimento por videoconferência e processo digital em todo o Brasil
  • Foco em urgência e viabilidade técnica, com lastro em prescrição e negativa
  • Tratamento sigiloso de dados sensíveis de saúde, conforme a LGPD
Enviar caso

Relate sua situação e receba uma análise inicial

Poucos campos, sem envio de documentos. O retorno ocorre em até 24 horas úteis — e é mais rápido em casos urgentes. Preferindo, fale direto pelo WhatsApp.

WhatsApp / Telefone
(65) 99644-9576
Privacidade
Dados de saúde são sensíveis e tratados conforme a Política de Privacidade e a LGPD
Urgência
Se houver risco de interrupção do tratamento, sinalize no formulário

Solicitar análise do caso

Campos com * são obrigatórios.

Primeiro entendemos o seu caso. Não envie exames, laudos ou documentos aqui — se houver viabilidade, orientamos os documentos depois, por canal seguro.
Informe seu nome.
Informe um contato válido.
Informe sua cidade e estado.
Selecione uma opção.
Selecione uma opção.
Selecione uma opção.

Tudo pronto

Abrimos o WhatsApp com o resumo do seu caso. Se não abriu, toque no botão abaixo.

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Dúvidas frequentes

Perguntas comuns antes de enviar

Depende do caso: do registro sanitário, da indicação médica, da cobertura contratual e da negativa formal. Havendo registro na Anvisa e prescrição, a recusa pode ser questionável — mas a análise é sempre individual.

Em situações de risco clínico ou interrupção de tratamento, a tutela de urgência pode ser cabível. Por isso, é importante sinalizar a urgência já no formulário.

Não. Primeiro recebemos as informações essenciais e orientamos os próximos passos. Documentos só depois, por canal seguro — dados de saúde são sensíveis e tratados com sigilo.

Depende se o medicamento é incorporado, registrado na Anvisa, substituível e se houve negativa administrativa. Cada situação tem requisitos técnicos próprios, avaliados caso a caso.

Em várias hipóteses, a limitação de sessões e a recusa de terapia multidisciplinar — especialmente em casos de TEA — têm sido consideradas abusivas.

Em urgência ou falha da rede, pode haver direito a reembolso, inclusive integral em certos casos. A análise verifica a situação da rede e a documentação do atendimento.

Não de forma unilateral e sem indicação médica. A redução da assistência domiciliar contra a orientação clínica pode ser questionada.

Em hipóteses excepcionais, sim — desde que preenchidos requisitos técnicos e jurídicos (prescrição, ausência de alternativa adequada, evidência de eficácia e registro sanitário, entre outros).

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